Em SP, bloco mistura clássicos do Black Sabbath com ritmos brasileiros


O grupo idealizou o bloco em 2019, com o objetivo de estrear em 2020, mas a pandemia de covid-19, adiou os planos.
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"Tudo mudou em 2025, após o show final do Black Sabbath em julho e a morte de Ozzy Osbourne semanas depois. Vimos isso como um chamado e reunimos os interessados para fazer acontecer", diz o bloco em uma postagem nas redes sociais.
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O vocalista da banda do bloco, Daniel Sollero, contou que a ideia foi de criar o bloco foi de sua esposa, que conseguiu convencê-lo a juntar os ritmos brasileiros como maracatu, frevo, afro, samba, reggae, com as músicas do Black Sabbath e de seu fundador Ozzy Orbourne, falecido em 2025.
"Nos juntamos com a cervejaria Cerne que também queria um bloco e conseguimos fazer essa coisa linda, um montão de gente vindo curtir. O carnaval é uma celebração celebração da vida e nós estamos celebrando a vida e a obra do Ozzy", afirmou.
A cantora Paula Souto foi ao bloco para acompanhar o marido, que é fã da banda, e ver os amigos cantarem. Ela contou que adorou a ideia de misturar rock com carnaval.
"Eu gosto de rock, já fui a vários shows do Black Sabbath, mas eu confesso que não conheço todas as músicas. Meu marido é mais roqueiro do que eu. Meu marido é mais roqueiro do que eu, mas eu vou me divertir da mesma maneira".
A atriz Margo de Cobervile, de 65 anos, foi ao bloco por achar que a proposta é irreverente e a mistura do heavy metal com os ritmos brasileiros traz um colorido especial para a folia.
"Sou muito fã de rock, de Black Sabbath e o carnaval é a manifestação mais democrática que temos no Brasil. Muitas pessoas recriminam o carnaval, falam que é coisa do diabo, no entanto, é uma manifestação que, além de gerar muitos empregos, traz alegria e expressa nossa cultura, nossos valores", disse.





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